
Eu descobri recentemente que eu tenho um defeito muito grande. Eu fico constantemente me preocupando com a vida dos outros, em como os outros estão se sentindo e acabo esquecendo de me preocupar com o meu bem estar.
Já me disseram várias vezes que isso não é certo, mas eu não consigo evitar. Se eu me importo, eu me preocupo. Sempre foi assim e não é agora que vai mudar.
Ontem a noite, li um texto de um blog muito bom. Falava sobre a história de um cara que trabalhou durante anos em empresas, com contrato CLT e de uma hora pra outra ele resolveu jogar tudo pro alto e pedir demissão, simplesmente porque ele estava acomodado com aquela vida e insatisfeito com o que ele tinha. Ele queria tentar alguma coisa diferente, mas não sabia bem o quê. No fim das contas, ele começou a trabalhar em casa e hoje ele ganha simplesmente a mesma coisa (ou mais) que antes e adaptou o trabalho à vida, e não o contrário.
(quem quiser ler na íntegra, esse é o link: http://goo.gl/yBwRT).
Eu mencionei esse texto, porque de certa forma, em alguns trechos eu vi um certo encaixe que serve pra mim, principalmente nesses dois:
"Sem pensar e com o piloto automático ligado, segui na rodovia do conforto, em velocidade constante. Inércia. Inação. Engraçado pensar que conforto e acomodação às vezes parecem indistinguíveis."
"Estas e outras perguntas desafiavam meu conforto, minha acomodação. Eu já sabia as respostas, mas tinha medo de assumi-las, pois a única solução era a mudança. E você sabe, mudar dói."
Isso me fez pensar em bastante coisa... mas ainda assim, não cheguei a nenhuma conclusão. Não porque eu não consegui, mas porque eu prefiro adiar um pouco isso.. Decisões precipitadas quase sempre dão errado. Primeiramente eu preciso me certificar de que realmente existe acomodação e tentar mudar isso de uma forma mais fácil. Se por acaso eu não conseguir, aí sim.. vai ser necessária a mudança que vai doer.
To com muito tédio e falando muita merda hoje, vou parar por aqui.
Um beijo,
E.
Já me disseram várias vezes que isso não é certo, mas eu não consigo evitar. Se eu me importo, eu me preocupo. Sempre foi assim e não é agora que vai mudar.
Ontem a noite, li um texto de um blog muito bom. Falava sobre a história de um cara que trabalhou durante anos em empresas, com contrato CLT e de uma hora pra outra ele resolveu jogar tudo pro alto e pedir demissão, simplesmente porque ele estava acomodado com aquela vida e insatisfeito com o que ele tinha. Ele queria tentar alguma coisa diferente, mas não sabia bem o quê. No fim das contas, ele começou a trabalhar em casa e hoje ele ganha simplesmente a mesma coisa (ou mais) que antes e adaptou o trabalho à vida, e não o contrário.
(quem quiser ler na íntegra, esse é o link: http://goo.gl/yBwRT).
Eu mencionei esse texto, porque de certa forma, em alguns trechos eu vi um certo encaixe que serve pra mim, principalmente nesses dois:
"Sem pensar e com o piloto automático ligado, segui na rodovia do conforto, em velocidade constante. Inércia. Inação. Engraçado pensar que conforto e acomodação às vezes parecem indistinguíveis."
"Estas e outras perguntas desafiavam meu conforto, minha acomodação. Eu já sabia as respostas, mas tinha medo de assumi-las, pois a única solução era a mudança. E você sabe, mudar dói."
Isso me fez pensar em bastante coisa... mas ainda assim, não cheguei a nenhuma conclusão. Não porque eu não consegui, mas porque eu prefiro adiar um pouco isso.. Decisões precipitadas quase sempre dão errado. Primeiramente eu preciso me certificar de que realmente existe acomodação e tentar mudar isso de uma forma mais fácil. Se por acaso eu não conseguir, aí sim.. vai ser necessária a mudança que vai doer.
To com muito tédio e falando muita merda hoje, vou parar por aqui.
Um beijo,
E.
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